CONSCIÊNCIA COLETIVA

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preconceito

O falso Orgulho Hétero e a Semana de Difusão da Cultura Heterossexual

em LGBTQI/Novidades/Opinião/Política por

Dia desses, sem nenhum motivo aparente, eu fui acometido de um constante pensar sobre a apropriação que algumas pessoas heterossexuais fazem do termo ORGULHO para se dizerem orgulhosos de sua orientação sexual, na descabida tentativa de fazer algo semelhante ao que lésbicas, gays, bissexuais e transexuais fizeram ao cunhar o famigerado ORGULHO LGBT.  Movidas por dizeres como “se eles podem, nós também podemos”, elas miram nisso, mas acertam mesmo é na pagação de mico, único alvo possível em situações como essa.

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Professora de Belo Horizonte faz colocações discriminatórias em relação ao Norte/Nordeste

em Educação/Novidades/Opinião por

Um vídeo com a fala da professora de redação Flavia Rita, autora de alguns livros sobre interpretação de texto e gramática, ganhou destaque nas redes sociais por conter um discurso preconceituoso contra os professores(as) do norte/nordeste. 

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Dica de Filme : Selma (uma luta pela igualdade)

em Cinema/Indicações por

Diante dos últimos acontecimentos nos Estados Unidos (marcha pró Nazismo) que refletem os retrocessos que a sociedade tem vivenciado há alguns anos, gostaria de deixar um drops informativo e motivacional pras lutas diárias que enfrentamos.

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“A Mulher Monstro” um espetáculo que provoca inquietação e autoconhecimento

em Opinião/Pernambuco por

Semana passada estive no Teatro Hermilo para mais uma apresentação de “A Mulher Monstro”,  monólogo encenado por José Neto Barbosa que fala sobre temas importantíssimos, como a intolerância, ódio e solidão; sentimentos tão presentes nos dias atuais.  A tragicomédia foi encenada pela primeira vez em 2015 e acumulou prêmios em festivais pelo Brasil.

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LGBTTIs não nascem adultos, mas “morrem” crianças

em Comportamento/LGBTQI/Opinião por

O que mais precisa ser noticiado sobre as pessoas LGBTTIs para que a sociedade brasileira assuma um debate não hipócrita acerca das violências que cometemos com elas desde crianças? O que é mais revoltante é que as primeiras castrações sofremos dentro de casa. É no seio da nossa família “comercial de margarina” onde começamos a entender que somos as “aberrações” e que seria melhor para todo mundo não termos nascido. Em muitos casos, soma-se a isto, o fato de sermos obrigados(as) a entender que ser como somos não agrada a Deus. Tem crime maior que dizer a uma criança que…

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