CONSCIÊNCIA COLETIVA

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Estrangeira

Dica de Leitura: Solaris, um retrato da imperfeição humana por Stanislaw Lem

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O polonês Stanislaw Lem é um daqueles autores que transformaram a ficção científica num dos gêneros mais complexos e instigantes da literatura. Sua temática sempre recorreu ao desconhecido como forma de potencializar a imperfeição humana. Criou linguagens dificílimas de traduzir para outros idiomas, desenvolvendo teorias fictícias ricas em detalhes e dignas de prêmios acadêmicos pela coerência.

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Dica de Leitura: Valter Hugo Mãe

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Djalma Wanderley fala um pouco sobre seu autor preferido, Valter Hugo Mãe, indicando ** sem spoilers* três dos seus livros. Confira o vídeo e assine o canal para receber novas dicas toda semana.

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Dois Livros sobre história, política e LGBTs que merecem ser lidos (infelizmente não traduzidos)

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Essas são duas descobertas recentes, uma lida e outra ainda não. Os dois livros foram escritos por americanos e são referências importantes nos estudos históricos sobre LGBTs.  Infelizmente não existem edições em português, o que é no mínimo bem ruim. O primeiro se chama Coming Out Under Fire: The History of Gay Men and Women in World War Two , escrito por Allan Berube, que faleceu há exatamente 10 anos.

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Cartas de amor: ultrapassando as barreiras do ultrarromântico

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Cartas de amor são textos geralmente escritos e pensados como o lugar de um discurso amoroso específico, aquele que se dirige à pessoa amada com uma carga de sentimentalidades e palavras de amor que declaram a perfeição no relacionamento. Dá até pra imaginar o suspiro de quem, ao colocar o último ponto final, muitas vezes substituído por três exclamações, beija o papel devotamente. Fernando Pessoa parece concordar com essa ideia. Segundo ele, todas as cartas de amor são ridículas e assim têm de ser, do contrário não são cartas de amor. Ridícula é uma expressão utilizada pelo autor para adjetivar…

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Dica de Leitura : O Muro (Fraipont e Bailly)

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Existe algo de muito positivo nas Graphic Novels mais recentes. Diferentemente da maioria dos quadrinhos que temos a disposição, esse tipo de livro se faz especial principalmente por permitir que a nossa capacidade de subjetivar o mudo não seja subjugada. O trabalho escrito por Céline Fraipont, desenhado por Pierre Bailly e traduzido aqui pelo Fernando Scheibe, já foi resenhado por inúmeros sites, mas pouco deles falam especificamente da força simbólica que tem essa narrativa e é exatamente sobre isso que penso em escrever. Uma breve sinopse: Rosie, com seus 13 anos, filha de pais separados, vê a sua mãe embarcar…

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Guerra do Velho, uma ficção sobre a juventude enquanto estado de permanência

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Finalmente consegui terminar a leitura de Guerra do Velho e confesso que precisava falar um pouco sobre o texto do John Scalzi. Nos últimos meses muitas resenhas desse livro foram lançadas nos sites e blogs especializados, mas eu queria registrar aqui os temas que conseguiram me deixar sem fôlego (e não foram poucos). Primeiro, é verdade, a escrita do Scalzi é realmente bastante acessível, o que não significa que estamos diante de uma narrativa pobre. Pelo contrário, o fluxo é bem estruturado e os capítulos são fechados em arcos bem delimitados. A história de uma sociedade que recruta homens e…

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